Osteoporose



A osteoporose acomete principalmente mulheres após a menopausa, mas pode ser encontrada em homens, principalmente após os 65 anos de idade, assim como pode estar relacionada ao uso de alguns medicamentos (corticoestróides, anticonvulsivantes, etc).
Fatores individuais, como pele branca, baixa estatura, tabagismo, sedentarismo e consumo excessivo de cafeína (café, chá mate, chá preto, refrigerantes com cola, chocolates) e bebidas alcoólicas, histórico familiar positivo, dentre outros, também colaboram para a instalação da doença.


A deficiência de vitamina D deve ser investigada e tratada, pois também está relacionada à ocorrência de osteoporose/ osteopenia.

 

Qual a diferença entre osteopenia e osteoporose?


Nas duas situações ocorre redução da massa óssea. Pode-se dizer que a osteopenia é um estágio anterior à osteoporose, sendo que, tal evolução poderá ocorrer, caso não sejam adotadas medidas preventivas.



Como é feito o diagnóstico da OSTEOPOROSE/ OSTEOPENIA?


1- Densitometria óssea – será solicitada anualmente ou a cada dois anos, dependendo da necessidade do paciente


2- Dosagem de fosfatase alcalina, cálcio, fósforo e magnésio séricos


3- Dosagem de 25-OH-Vitamina D e PTH


4- Dosagem de cálcio em rina coletada em 24 horas – para avaliar se há aumento da perda de cálcio e, em caso positivo, feita a correção

5- Outros exames podem ser solicitados pelo médico assistente, dependendo da necessidade de cada paciente.



Independente do diagnóstico, é importante de adotar medidas que serão úteis tanto para o tratamento, quanto para prevenção da osteoporose/ osteopenia: ingesta adequada de cálcio,  banhos de sol para evitar a deficiência de vitamina D, combater o sedentarismo, o tabagismo e o etilismo, serão úteis. 



Recomenda-se que a  ingesta diária de cálcio para  os adultos deverá ser de 1200 mg ao dia. Isso deve ser alcançado, de preferência, com uma alimentação adequada, mas não sendo possível, poderão ser utilizados suplementos dietéticos prescritos pelo médico. É o caso das pessoas intolerantes à lactose.


O tratamento medicamentoso deve ser instituído sempre que orientado pelo médico assistente, após a avaliação dos exames solicitados e dos antecedentes pessoais e familiares do paciente, sendo que, há várias substâncias disponíveis no mercado e a escolha dependerá das necessidades de cada paciente.

Prevenção para uma vida saudável!




Compartilhe